Por favor, honey. Não me deixe morrer essa noite.
Sou um galho seco que não quer abandonar a sua árvore.
Sou o último gole de leite que não quer sair dessa garrafa porque está confortável aqui dentro.Sou um giz de lousa colorido, entre todos os brancos, que fora rabiscado tantas vezes.
Sou a última pétala de um trevo que um dia já deu sorte.
Sou mero pelo de pincel que já traçou telas e paisagens um dia.
Sou a última estrofe desse livro de trezentas e quarenta e três páginas
que você lê pela quinta vez.
Sou eu, a que teme pelo abandono, mas anseia pela vontade e o medo de ser livre.
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